Ceará Sporting Club viu seu presidente, João Paulo Silva, denunciar na quinta‑feira (25) o envio de uma bomba à sua filha durante um curso de teatro, gerando forte comoção e medidas de segurança imediatas. O incidente, divulgado nas redes sociais, marcou mais um episódio de intimidação contra a família do dirigente alvinegro.

O que aconteceu?

Segundo o presidente, a encomenda chegou em uma caixa de chocolate contendo a bomba e uma carta repleta de xingamentos. A jovem sofreu um ataque de pânico ao abrir o presente, conforme relatado por João Paulo nas redes. Ele afirmou que não se trata de caso isolado, citando outras ameaças recebidas nos últimos anos.

Por que o caso importa para o Ceará Sporting Club?

A situação surge em meio a protestos de torcedores na sede do clube, em Porangabuçu, que exigem melhores resultados na Série B. Recentes manifestações incluíram intervenções policiais com bombas de efeito moral, gerando preocupação com a presença de crianças no local. O presidente já havia criticado práticas internas prejudiciais ao clube, pedindo respeito ao processo democrático que o levou ao cargo.

Quais medidas foram tomadas?

João Paulo Silva informou que acionou a polícia e iniciou processos legais para proteger sua família. O clube, por sua vez, publicou nota oficial repudiando veementemente qualquer ato de violência, ameaça ou intimidação, independentemente da motivação. A declaração reforçou o compromisso institucional de garantir a segurança de todos os envolvidos.

O que vem a seguir para o Ceará?

Enquanto a investigação segue, o Ceará concentra esforços na Série B, buscando o acesso à elite nacional. O time, já eliminado de outras competições, anunciou a contratação do técnico Daniel Paulista para liderar a campanha. A diretoria espera que a estabilidade institucional contribua para um melhor desempenho em campo.

Nota oficial: "O Ceará Sporting Club repudia atos criminosos contra o presidente e sua família, reforçando que críticas e cobranças não justificam violência ou intimidação."